segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Homens são mais tolerantes a traição homossexual que mulheres

Você já tinha pensado nisso? Antes de ler a matéria, confesso que eu também não...mas o que você acha?

Leia:

"Os homens têm duas vezes mais chances de continuar namorando uma mulher que o traiu com outra do que com aquela que o enganou com outro homem, segundo uma nova pesquisa da Universidade do Texas, em Austin.
As mulheres mostram o padrão oposto. Elas são mais propensas a continuar o namoro com um homem que teve um caso heterossexual do que com aquele que teve um caso homossexual.
O estudo, publicado no mês passado na revista "Personality and Individual Differences", proporciona uma nova visão sobre as adaptações psicológicas por trás do desejo dos homens por uma variedade de parceiros e o desejo das mulheres por um parceiro comprometido.
"O ciúme é ativado em homens e mulheres por diferentes motivos --os que ameaçam a paternidade nos homens e os que ameaçam o abandono nas mulheres", diz Jaime C. Confer, principal autor do estudo.
Independentemente do número de episódios ou parceiros, o estudo constatou que:
- Em geral, os homens mostraram uma probabilidade 50% maior de continuar o namoro com um parceiro que teve um caso homossexual e uma probabilidade de 22% de ficar com uma mulher após um caso heterossexual.
- As mulheres demonstraram uma probabilidade 28% maior de continuar o namoro com quem teve um caso heterossexual e uma probabilidade de 21% de ficar com alguém que teve um caso homossexual.
Os resultados sugerem que os homens se sentem mais ameaçados pelo tipo de infidelidade que pode ameaçar sua paternidade. Eles também podem enxergar o caso homossexual da parceira como uma oportunidade de se relacionar com mais de uma mulher ao mesmo tempo, satisfazendo o maior desejo dos homens por mais de uma parceira, segundo os autores."

MARY E MAX - UMA AMIZADE DIFERENTE

MARY E MAX - UMA AMIZADE DIFERENTE

Já assistiram a este filme?
É uma das melhores animações de todos os tempos!

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Uma história de amizade entre duas pessoas muito diferentes: Mary Dinkle (voz de Toni Collette), uma menina gordinha e solitária, de oito anos, que vive nos subúrbios de Melbourne, e Max Horovitz (voz de Philip Seymour Hoffman), um homem de 44 anos, obeso e judeu que vive com Síndrome de Asperger no caos de Nova York. Alcançando 20 anos e dois continentes, a amizade de Mary e Max sobrevive muito além dos altos e baixos da vida. Mary e Max é viagem que explora a amizade, o autismo, o alcoolismo, de onde vêm os bebês, a obesidade, a cleptomania, a diferença sexual, a confiança, diferenças religiosas e muito mais.
A nossa visão de amizade muda bastante depois de assití-lo.

Platéia por que?

Tenho reparado que as pessoas têm esperado ocasiões especiais para cometerem atos cruéis, homicídios, como quem quer platéia.

Li hoje: "Na festa em que comemorava seu aniversário, Ana Paula de Souza, 35, matou o marido, Jorge Luiz Souza, 28, na noite de domingo (30), em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo). Ela teria atingido o marido com uma facada na virilha depois de uma discussão, segundo a Polícia Militar. Ainda de acordo com a polícia, os dois estavam embriagados. Souza morreu ainda no local. A mulher fugiu e não tinha sido presa até a manhã desta segunda. A arma do crime também não foi encontrada"

Fico me perguntando por que tanto desejo em compartilhar uma atitude fatal e cruel como esta? O que estaria nos bastidores...perversão, exibicionismo?

Procedimentos fatais

Estou com muito medo de enfermeiras. Muitas notícias recentes sobre erros de procedimentos. A de hoje é que a enfermeira decepou o dedinho de uma bebezinha de um ano quando foi tirar o esparadrapo com tesoura.
Vai chegar uma hora que acharemos melhor fazer todas as coisas em casa, por nós mesmos, para não correr riscos de nada.

Ashton Kutcher é vítima da jequice brasileira

Brasileiro é tão bobinho...contenta-se com qualquer coisa. Leia abaixo matéria de Mauricio Stycer sobre a passagem do moçoilo pelas terras brasileiras.

A passagem do ator Ashton Kutcher por São Paulo será lembrada pela vaia que levou dos fotógrafos do São Paulo Fashion Week, irritados com sua demora em passar por um certo “red carpet” (também conhecido como “tapete vermelho”), onde era aguardado.

Na verdade, deveria ser lembrada como mais um episódio sobre a jequice nacional, sobre o nosso encantamento por qualquer bobagem estrangeira, no caso, um ator do terceiro time de Hollywood, cujos maiores feitos, até hoje, são o seu casamento com a atriz Demi Moore, quase duas décadas mais velha, e a popularidade que alcançou no Twitter.

Tratado como se fosse um Robert de Niro, Kutcher teve recepção de gala em São Paulo, onde esteve para desfilar por 30 segundos para uma grife cujas roupas ninguém que escreve sobre elas tem coragem de usar.

Kutcher não tem culpa de nada do que aconteceu nesta sua inesquecível passagem pela cidade. Ainda tentou ser simpático e escreveu no Twitter, onde é seguido por 6,3 milhões de pessoas, em português.

“Estou pronto para o Brasil. Brazil esta pronto para mim?”, anotou antes de embarcar. Aqui chegando, comentou: “Quem ama, protege.” O acidente deu-se na tarde de domingo, quando o tradutor automático que utilizou não compreendeu direito a sua mensagem e inventou uma nova língua: “esta noite o nosso coração vai dançar e sonhos vai ganhar em São Paulo”.

Sagaz, Kutcher percebeu, pela reação de seus leitores, que escreveu alguma bobagem. Nesta segunda-feira, removeu a mensagem, criticou o tradutor automático que usou, do Google, e disse que gostaria de inventar uma plataforma de tradução colaborativa na rede.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Pesquisas neurocientíficas mostram que é possível sentir-se encantado pela mesma pessoa por décadas

Você já se imaginou vivendo 10, 20 ou 50 anos com a mesma pessoa? Sentindo sempre o mesmo prazer em sua companhia, o mesmo conforto em seus braços? Se a perspectiva parece interessante, agradeça ao seu cérebro (e se não lhe agrada, a culpa é dele, também). De certa forma, é curioso que laços afetivos fortes, como os amorosos, sejam tão importantes para nossa espécie. Tecnicamente, viver em sociedade, ou mesmo em pares, não é obrigatório para a sobrevivência de nenhum animal – vide tantos mamíferos, aves e outros bichos que procuram um par somente para o acasalamento e imediatamente depois seguem cada um o seu caminho.

Leia mais em: http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/paixao_amor_casamento___.html

O gene da impulsividade

Todas as pessoas, até mesmo as mais calmas, perdem o controle em algum momento. Nessas situações, geralmente tomam atitudes irrefletidas e exageradas que podem causar frustração, arrependimento e culpa. Um estudo recente feito na Finlândia com 96 presidiários demonstrou que a impulsividade excessiva, deflagrada pela irritação momentânea, pode ser provocada, pelo menos em parte, por uma mutação genética. Segundo a pesquisa, publicada na Nature, a alteração ocorre no gene HTR2B, um neurotransmissor receptor de serotonina que participa do processo de controle das reações em momentos de tensão. Para chegar a essa conclusão os cientistas sequenciaram o DNA de condenados por crimes violentos e compararam com o material genético de voluntários. Como esperado, a mutação denominada HTR2B Q20 se mostrou três vezes mais presente entre os presidiários – aparecendo em 17 deles. Os presos cometeram em média cinco atos brutais, sendo que em 94% dos casos eles estavam sob influência de bebidas alcoólicas. Os crimes iam desde reações agressivas a ocorrências sem maiores consequências, sem premeditação ou ganho financeiro. Apesar dessa descoberta, os pesquisadores ressaltam que apenas a presença da HTR2B Q20 não é suficiente para provocar ou prever o comportamento impulsivo. A interação com outros fatores como níveis de estresse e influência de entorpecentes deve ser levada em conta ao se discutir o tema.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Comportamento obsessivo é assim...


O Leitor

Psicologia no cinema


Um dos melhores filmes que já assisti até hoje, trata de temas como nazismo, obsessão.

O Leitor


Na Alemanha pós-2ª Guerra Mundial o adolescente Michael Berg (David Kross) se envolve, por acaso, com Hanna Schmitz (Kate Winslet), uma mulher que tem o dobro de sua idade. Apesar das diferenças de classe, os dois se apaixonam e vivem uma bonita história de amor. Até que um dia Hanna desaparece misteriosamente. Oito anos se passam e Berg, então um interessado estudante de Direito, se surpreende ao reencontrar seu passado de adolescente quando acompanhava um polêmico julgamento por crimes de guerra cometidos pelos nazistas.
Psicologia no Cinema

Dica de filme que trata das relações terapêuticas:

K-PAX - Um Homem do Outro Mundo Nome original: K-Pax
Ano: 2001
País: EUA
Género: Aventura, Drama, Ficção Científica

Quando Prot (Kevin Spacey), um misterioso paciente de um hospício, afirma insistentemente que vem do planeta K-PAX, um psiquiatra (Jeff Bridges) vai tentar provar que ele sofre de um distúrbio mental. Mas ao ver o efeito da interação entre Prot e outros pacientes do hospital e o seu efeito na saúde destes, começam a surgir dúvidas na cabeça do médico.

Ser culto leva tempo e disposição...


Cultura também é currículo.

"O mais importante na comunicação é escutar aquilo que não foi dito."

A nossa felicidade

A nossa felicidade depende mais do que temos nas nossas cabeças, do que nos nossos bolsos.
Arthur Schopenhauer