Cheiro de lágrima feminina diminui desejo sexual de homens |
Ver mulher aos prantos reduz nível de testosterona Ver uma moça chorando, apesar de não ser raro, costuma sensibilizar os homens. O que pouca gente sabe é que o simples odor dessas lágrimas diminui a excitação sexual masculina. O cheiro, porém, é tão sutil que não chega a ser registrado de forma consciente. A descoberta foi feita por cientistas israelenses coordenados pelo neurocientista Noam Sobel, do Instituto Weizmann. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores selecionaram mulheres com facilidade de ficar com os olhos cheios d’água e pediram que elas assistissem a um filme emocionante. Para comparação, foram recolhidas amostras de solução salina (água com cloreto de sódio) passada antes pela face das doadoras. Após a coleta, os líquidos foram apresentados aos homens, para um teste olfativo. Em seguida, homens participantes do estudo foram divididos em dois grupos: um deles sentiu o odor das lágrimas e o outro não. Na sequência, deveriam dizer se sentiam atração por rostos femininos mostrados a eles. Como previsto, os que haviam cheirado as lágrimas julgaram as faces menos -atraentes. Além disso, eles tinham menos testosterona na saliva e declararam-se, em geral, menos excitados sexualmente. Medições da resposta da pele a choques elétricos (impedância cutânea) e exames de imagens cerebrais confirmaram as -autoavaliações. Já o estado de espírito das doadoras não influenciou os resultados da pesquisa. Além disso, os voluntários afirmaram que as gotas do teste não tinham cheiro. Na opinião dos pesquisadores, as lágrimas provavelmente têm efeito ainda mais intenso em circunstâncias naturais, já que homens que abraçam uma mulher aos prantos têm mais contato com as lágrimas do que os participantes do experimento. Eles cogitam que, ao longo do processo evolutivo, essa reação masculina teria a função de instigar o homem a proteger sua companheira, antes de mais nada. |
Este blog tem a idéia de respirar psicologia, reescrever o humano e contemplar novas possibilidades.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Vai chorar?
Mensagem das Águas
Retirado do filme "Quem somos nós?", este momento reflete como a nossa palavra, sentimento ou emoção tem importância para nossa saúde, mente e vida, de um modo geral.
Reflita!
domingo, 15 de maio de 2011
Propaganda antiga
Quando o ato de fumar ainda era visto como um ato de glamour...
Propaganda de 1978, muito legal!
Propaganda de 1978, muito legal!
Relações sadomasoquistas...
Nem sempre relações assim são sofridas. Também pode transformar-se num caso de amor. Veja a sinopse deste sensacional filme, cujo título original é Secretary, de 2002.
Sinopse
Após passar algum tempo em um sanatório, Lee Holloway (Maggie Gyllenhaal) volta para a casa de seus pais pronta para recomeçar sua vida. Ela então faz um curso de secretária e tenta um emprego com E. Edward Grey (James Spader), que tem um escritório de advocacia. Apesar dela nunca antes ter trabalhado Lee é contratada por Grey, que não dá importância para sua falta de experiência. Inicialmente o trabalho parece bem normal e entediante, pois só digita, arquiva e faz café e Lee se esforça para agradar seu chefe e sua mãe, Joan (Lesley Ann Warren), se mostra ansiosa para a filha ser bem sucedida. Lentamente Lee e Grey embarcam em uma relação mais pessoal atrás de portas e cruzam linhas de conduta da sexualidade humana, um caso de amor no qual os papéis de dominação e total submissão ambos desempenham perfeitamente.
Falsa psicóloga de novo nas ruas
O delegado Maurício Luciano de Almeida e Silva, da Delegacia do Consumidor (Decon), confirmou que a falsa psicóloga presa pela segunda vez no último sábado (7) foi solta no dia seguinte, no domingo (8). Segundo ele, a suspeita teve um habeas corpus concedido no plantão judiciário.
Ela responde a dois processos, sendo um por estelionato e outro por tortura. A falsa psicóloga foi presa pela primeira fez no dia 27 de abril, em flagrante, depois que o pai de uma criança prestou queixa contra ele na polícia. Três dias depois, também graças a um habeas corpus, ela foi posta em liberdade.
Na manhã de quarta-feira (11), o marido da falsa psicóloga prestou depoimento como testemunha na Decon. Segundo o delegado Maurício Luciano, ele negou qualquer envolvimento com a clínica onde a falsa psicóloga fazia os atendimentos e disse que ia ao local apenas para levar e buscar a mulher. O suspeito relatou ainda, segundo o delegado, que desconhece qualquer prática de tortura feita pela mulher.
"Não podemos reclamar da Justiça por soltar a falsa psicóloga. Nosso trabalho é produzir provas. Da última vez que ela foi presa, nós a encontramos na casa de um parente com os passaportes dela, do marido e filho. Além do mais já constatamos destruição de provas, como a retirada do site do ar. Isso são indícios que o casal estaria tentando escapar das acusações, mas cabe à Justiça decidir o que fazer", disse o delegado.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Lembrar de dias felizes, ajuda a ser feliz no futuro
Um novo estudo examina como a personalidade influencia na felicidade pessoal, e a conclusão não surpreende, ao dizer que pessoas que vêem o "copo meio cheio" são mais felizes. Alternativamente, pessoas que concentram-se em experiências negativas do passado e arrependimentos são menos otimistas, e pouco felizes. O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de San Francisco.
Os pesquisadores analisaram como as pessoas pontuando em cinco traços de sua personalidade, relacionavam com sua visão do tempo e satisfação de vida. O estudo analisava a percepção individual de ser extrovertido, neurótico, aberto, consciente e agradável, cada indivíduo deveria classificar cada traço em alta ou baixa taxa na sua personalidade.
"Descobrimos que pessoas que se vêem altamente extrovertidas são mais felizes com suas vidas, porque elas tendem manter uma visão positiva e nostálgica do passado e estão menos propensos a ter pensamentos negativos e arrependimentos."
"As pessoas no topo da escala de neuróticas têm essencialmente a ver exatamente o oposto do passado e são menos felizes, como resultado," disse o Dr. Ryan Howell, professor assistente de psicologia na Universidade San Francisco.
"Esta é uma boa notícia porque, embora possa ser difícil mudar sua personalidade, você pode ser capaz de alterar a sua visão do tempo e aumentar a sua felicidade", disse Howell.
Os autores sugerem que quem saboreia lembranças felizes ou um reenquadramento de situações dolorosas do passado em uma luz positiva, podem ser formas eficazes para indivíduo aumentar a sua satisfação com a vida.
Numerosos estudos nos últimos 30 anos têm sugerido que a personalidade é um poderoso preditor de satisfação da vida de uma pessoa. As últimas descobertas ajudam a explicar a razão por trás desta relação.
"Os traços da personalidade influenciam a forma como as pessoas olham para o passado, presente e futuro e são essas diferentes perspectivas sobre o tempo que levam a felicidade de uma pessoa", disse Howell.
O novo estudo foi publicado na revista Personality and Individual Differences.
Nível socioeconômico interfere na forma como nosso cérebro reage a outras pessoas
O status social influencia no modo como nosso cérebro responde a outras pessoas de um padrão "superior" ou "inferior" ao nosso. A pesquisa que concluiu tal fenômeno foi realizada no Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos.
Segundo a pesquisa, pessoas de maior status socioeconômico subjetivo apresentam grande atividade cerebral em relação a pessoas que estão no mesmo nível, enquanto aqueles com menor nível têm maior resposta cerebral a indivíduos também com baixo status socioeconômico.
Essas características comportamentais foram identificadas em um componente do sistema cerebral que processas as questões dos valores - região do estriato ventral.
"A forma como interagimos e nos comportamos em relação a outras pessoas é muitas vezes determinada pelo status social dessas pessoas em comparação ao nosso e, portanto, informações sobre o status social são muito valiosas para nós", afirma Caroline Zink, do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos.
"Curiosamente, o valor que atribuímos às informações sobre o estado social de alguém parece depender do nosso próprio status," afirma a pesquisadora.
O estudo baseou-se tanto em dados obtidos em macacos, como também em humanos, através de exames de ressonância magnética funcional (MRI) que mede a atividade do cérebro na zona do estriato ventral.
"O valor que damos às informações associadas ao status - evidenciadas pela intensidade com que nossos centros cerebrais de valor são ativados - não é o mesmo para todos, e é influenciado, pelo menos em parte, pela nossa própria condição socioeconômica subjetiva," afirma Zink
Esse estudo é importante, pois têm implicações para nosso comportamento em sociedade, e pode esclarecer alguns fenômenos sociais. Zink explica que o status socioeconômico não se baseia apenas no dinheiro, mas pode incluir também fatores como as realizações e os hábitos.
A situação socioeconômica em nossa sociedade não é um padrão fixo, logo muda com o tempo.
"Como seres humanos, temos a capacidade de avaliar o nosso entorno e o contexto para determinar nossos sentimentos e o comportamento adequado", diz Zink. "Nós, e a atividade de nosso cérebro, não são estáticos e podem se ajustar em função das circunstâncias."
Depressão faz mesmo o mundo parecer cinzento
Nossa linguagem mostra como associamos as cores ao estado emocional. Não raro dizemos, num momento de desânimo, que o mundo está “acinzentado”. Estudos comprovam que há base orgânica para relacionarmos, por exemplo, cinza e melancolia. Uma pesquisa coordenada pelo médico Ludger Tebartz van Elst, da Universidade de Freiburg, na Alemanha, mostrou que, em pessoas com depressão, os neurônios da retina reagem de forma limitada a contrastes.
O experimento consistiu em colocar eletrodos finíssimos nos globos oculares de voluntários (saudáveis e depressivos) e registrar a estimulação da retina enquanto os participantes observavam vários padrões de tabuleiros de xadrez. Como as diferenças entre claro e escuro são processadas pelas células neurais da retina, os sinais obtidos forneceram indícios sobre a sensibilidade aos contrastes, independentemente da percepção subjetiva dos participantes.
A sensibilidade aos contrastes em voluntários depressivos foi, em média, 50% menor do que nos saudáveis. Não foram constatadas diferenças entre depressivos agudos e crônicos ou que tomavam medicamentos.
A falta de contraste registrada também foi significativa: mais de 90% dos que apresentaram sensibilidade da retina abaixo da média eram depressivos. Segundo os pesquisadores, apesar de o método ainda não ser adequado para ser usado como procedimento de diagnóstico, ele representa uma nova abordagem para definir alterações neurológicas.
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