quinta-feira, 31 de março de 2011

Mulheres atraentes esperam que o parceiro pague a conta no primeiro encontro, segundo pesquisa

Segundo uma pesquisa realizada na Escócia, as mulheres bonitas não gostam de dividir a conta no primeiro encontro. As informações foram citadas pelo site Daily Mail.
O estudo, publicado no periódico científico Evolutionary Psychology, foi realizado com 416 pessoas, entre homens e mulheres. Eles foram questionados se acreditavam ser atraentes antes de um suposto encontro.
Em seguida, os participantes tiveram que imaginar um jantar com pessoas mostradas em fotos e avaliaram se ao final do encontro pagariam a conta, pediriam que o outro pagasse ou se iriam sugerir dividir a fatura.
O resultado da pesquisa mostrou que mulheres bonitas foram as menos dispostas a pagar pelo jantar. Com os homens, os mais atrativos também relutaram em pagar a conta sozinhos, exceto quando queriam impressionar.
"Quando um homem se oferece para pagar o jantar, é como se ele dissesse: 'Estou interessado, gostaria de sair de novo, de te ver de novo'. Já quando uma mulher permite que o homem pague para ela, ela está basicamente dizendo que gostaria de ter um segundo encontro", afirmou o pesquisador Michael Stirrat, que participou da pesquisa.
Cerca de 45% das mulheres afirmaram que gostariam que o homem decidisse tudo do encontro, enquanto 30% dos homens sinalizaram essa preferência. Especialistas em etiqueta, por sua vez, dizem que o dever de pagar a conta é de quem convida para sair, não importa sua aparência.

terça-feira, 29 de março de 2011

Traços genéticos podem influenciar o amor?

Um estudo realizado em laboratório por cientistas do Texas com moscas da fruta (Drosophila melanogaster) apontam para a questão genética influenciando fortemente o comportamento social e especificamente as interações sexuais, o estudo foi publicado na edição de janeiro da revista GENETICS.
A pesquisa realizou-se através da comparação de expressões gênicas nos machos (mosca da fruta) que cortejaram fêmeas, machos que interagiram com outros machos e machos que não interagiram com outras moscas. Os investigadores identificaram um conjunto de genes que responderam à presença de ambos os sexos.O estudo também proporcionou a descoberta de que existem genes que são afetados por estar com os membros de determinados sexo, masculino ou feminino. Os investigadores testaram então moscas mutantes que estavam faltando alguns destes genes responsáveis pela sociabilidade e confirmou-se que esses genes em particular são importantes para o comportamento.
Os cientistas prevêem que a análise de genes similares dará uma visão mais aprofundada dos genes e das vias de sinalização neuronal que influenciam a reprodução e outras interações comportamentais.
"Este estudo mostra que estamos começando a compreender cada vez mais sobre a complexa maquinaria genética que afeta as interações sociais", disse Mark Johnston, editor-chefe da revista GENETICS.
Diz ainda Johnston que: "Uma vez que genes similares são identificados em humanos, as implicações serão enormes, já que poderia trazer uma nova compreensão e talvez até mesmo tratamentos para uma ampla gama de transtornos relacionados ao comportamento social”.

terça-feira, 22 de março de 2011

Pessoas que gostam de gatos costumam ser mais egoístas que as que gostam de cães, diz pesquisa


Muitos veem o cão como extremamente fiel e o gato como egocentrado, amante da liberdade. Curiosos, cientistas se perguntaram se os donos teriam características similares.
Será que os apaixonados por cachorros são mais comprometidos com os outros e com situações de forma geral e os que preferem gatos, mais temperamentais e voltados às próprias necessidades? Pesquisadores da Universidade do Texas em Austin afirmam que sim. Foi o que mostrou um estudo on-line coordenado pelo psicólogo Samuel Gosling.
Foram analisados cinco traços de personalidade de mais de 4.500 voluntários: comprometimento, extroversão, abertura para novas experiências, tolerância social e estabilidade emocional (também chamada neuroticismo). Por fim, independentemente de possuírem um animal doméstico, os participantes deveriam classificar-se como “felino”, “canino” ou ambos.
Como esperado, aqueles que se autodenominaram “tipos caninos” realmente eram, em média, mais extrovertidos e preocupados com questões coletivas que os “felinos”. Esse último grupo se mostrou mais instável emocionalmente, menos empático, porém, mais aberto a novidades. Os pesquisadores, no entanto, reconhecem que são necessários mais estudos nessa área. Eles acreditam que determinar precisamente com quais espécies as pessoas mais se harmonizam pode ajudar a promoção da terapia com animais. Mas para isso precisariam ser pesquisados perfis dos que se encantam com cavalos, peixes, hamsters e pássaros.

terça-feira, 15 de março de 2011

Cérebros masculinos repousam

Estudo canadense revela que os homens, quando comparados com as mulheres, apresentam uma predisposição maior para viver sem pensar.
A descoberta ocorreu acidentalmente durante uma pesquisa sobre esquizofrenia. Enquanto o cérebro das mulheres consegue atender inúmeras solicitações ao mesmo tempo, o cérebro dos homens entra mais frequentemente em repouso, revela o estudo liderado por Adrianna Mendrek, pesquisadora canadense do departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal. Na verdade, os homens são mais dados a viver do que a pensar, menciona o trabalho dos pesquisadores que chegaram à conclusão que os cérebro masculino entra com maior facilidade em repouso durante uma pesquisa sobre esquizofrenia.
“Na realidade, os cérebros estão sempre ativos. É uma questão de intensidade, mas podemos dizer que o cérebro dos homens repousa mais do que o das mulheres”, explicou Adrianna Mendrek, em declarações ao jornal francês Le Figaro.
Segundo a investigadora, existe uma explicação neurológica para essa característica que dota os homens com a capacidade “de não pensar em nada”. A atividade neural do cérebro é maior em pessoas do sexo feminino, por isso o cérebro dos homens entra em repouso com mais facilidade.
A descoberta surgiu por mero acaso, já que a área de estudos de Adrianna Mendrek é a esquizofrenia - um transtorno mental que difere entre os sexos em termos de idade de início, sintomatologia, resposta à medicação e anormalidades estruturais do cérebro. Nesse contexto, analisou diversos sujeitos de ambos os sexos afetados por essa doença e comparou a sua atividade cerebral.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Dormir pra que?

As pessoas com falta de sono têm tendência a ser exageradamente otimistas antes de tomar decisões e costumam se arriscar mais do que outras, segundo um estudo americano divulgado nesta terça-feira.
O artigo, publicado na revista Neuroscience, fornece elementos de evidências científicas que os gerentes de cassinos podem constatar nas salas de jogo: após algumas horas, os jogadores seguem apostando até perderem tudo.
O estudo examinou 29 adultos voluntários com boa saúde e com uma idade média de 22 anos, a quem foi pedido que tomassem uma série de decisões de caráter econômico após uma boa noite de sono. Posteriormente, voltaram a ser questinonados depois de uma noite sem dormir.
Os pesquisadores utilizaram a técnica de Imagem por Ressonância Magnética (IRM).
Nas pessoas privadas de sono, os escâneres mostraram uma atividade mais intensa nas partes do cérebro responsáveis pelas expectativas positivas, enquanto apresentaram uma atividade pequena nas partes que tratam das expectativas negativas.
"Os indivíduos privados de sono que participaram do estudo tenderam a fazer escolhas com mais ênfase nos lucros monetários e menos nas opções que permitem reduzir as perdas", de acordo com o estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Duke, na Carolina do Norte (sudeste), e em Cingapura.
A cafeína, o ar fresco e o exercício não são suficientes para combater os efeitos do cansaço, destaca um dos coautores da pesquisa, Vinod Venkatraman, aluno do terceiro ciclo de psicologia e neurociência em Duke.
"As pessoas que jogam até as últimas horas do dia não só contam com o azar das máquinas, mas também com seu próprio cérebro, que tem sono e, implicitamente, tem tendência a antecipar lucros e minimizar a probabilidade de perdas", explica o especialista.

Namorar estressado nunca dá certo

Ao contrário do que prega o senso comum, ao escolhermos nossos parceiros, quase sempre preferimos pessoas que têm certa semelhança conosco – na formação cultural, social e até na aparência. Porém, um experimento coordenado pela psicóloga Johanna Lass-Hennemann, da Universidade de Trier, na Alemanha, mostrou que uma situação de estresse agudo pode invalidar essa regra. Ou seja, quando estamos sob forte tensão, os rostos mais diferentes do nosso chamam mais a atenção.
Os pesquisadores testaram 50 homens heterossexuais apresentando-lhes tanto fotos eróticas de mulheres quanto cenas neutras. Parte dos rostos havia sido anteriormente manipulada no computador por um software que misturou traços faciais dos participantes ao das modelos. Outras imagens apresentavam elementos de terceiros e havia ainda algumas que foram mantidas sem alterações.
Enquanto os voluntários avaliavam a atratividade das pessoas, alguns tiveram de mergulhar seus braços em água gelada e ouviam, simultaneamente, um forte ruído em fones de ouvido. Isso os deixou estressados, como revelaram dados fisiológicos: batimentos cardíacos alterados, variação de nível de cortisol no sangue e da intensidade do reflexo de fechamento da pálpebra.
Esse grupo que foi perturbado reagiu de forma mais eufórica às modelos cujos traços faciais não se assemelhavam aos seus próprios. Já os que estavam relaxados se sentiram mais atraídos por aquelas que apresentavam traços similares aos deles. Essas preferências podem ser esclarecidas pela psicologia da evolução: voltar-se para parceiros não semelhantes reforçaria a mistura do material genético, levando assim ao nascimento de descendentes mais bem preparados para enfrentar condições de vida difíceis.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Século XXI - Depressão masculina

No século 21, marcado por grandes crises e mudanças de posturas e comportamentos, a depressão aparece como um fenômeno recorrente e está afetando significativamente a população masculina, segundo um editorial publicado na edição recente da Revista de Psiquiatria Britânica.
Para o autor do estudo, Boadie Dunlop, psiquiatra e professor da Universidade de Emory, as questões econômicas e demográficas contribuíram ao longo deste século para o aumento dos problemas de saúde mental entre a população, em especial os homens.
"Comparado com as mulheres, muitos homens atribuem grande importância às suas funções como provedores e protetores de suas famílias. Falhar em cumprir esse papel de chefe de família é associada a uma maior depressão e conflito conjugal ", escreve Dunlop.
A pesquisa mostra que, desde o início da recessão em 2007, cerca de 75 por cento dos empregos perdidos nos Estados Unidos eram ocupados por homens. E há pouca razão para acreditar que os tradicionais trabalhos masculinos irão retornar em número significativo com a recuperação econômica.
Finalmente, a expectativa da sociedade que os homens sejam "fortões", e escondam os seus sentimentos está sendo erodida significativamente. A crescente consciência sobre a saúde mental através da educação vem facilitando a abertura para as figuras masculinas falarem sobre seus problemas, dúvidas e anseios. Isso teve um impacto significativo na abertura do espaço público para os homens validarem os sintomas da depressão.
"A mudança de posição sócio-econômico do Ocidente pode levar a prevalência das taxas de depressão em homens a aumentar, enquanto as taxas em mulheres diminuíram", advertiu Dunlop.
"Os médicos precisam estar cientes dessas forças da vida, e estar preparado para explorar com os seus pacientes o significado dessas mudanças e intervenções que possam ser úteis."

Facebook é responsável por 20% dos divórcios nos EUA

Um em cada cinco casos de divórcio nos Estados Unidos cita o Facebook como a ferramenta que ajudou a separar o casal e levar pelo menos um dos dois à infidelidade. É o que demonstrou um estudo da Academia de Direito Matrimonial do país. Não por acaso, 80% dos advogados especializados na área reportam que cada vez mais pessoas usam as redes sociais como trampolins para casos extraconjugais.

- Nós vemos isso acontecer cada vez mais - disse o psicólogo Steven Kimmons ao Science Blog. - Uma das partes do casal encontra na rede alguém que conheceu na escola. Essa pessoa está emocionalmente disponível e eles começam a se comunicar via Facebook. No fim, após a troca de várias histórias, forma-se a intimidade e a relação se encaminha para um contato físico.

Segundo o especialista, um casal não precisa estar em crise para isso acontecer. Uma relação a partir de uma rede social pode começar com a mais inocente troca de mensagens, movida pela simples curiosidade.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Sexo oral causa mais câncer de garganta do que cigarro e bebida

Caindo de boca?
Cuidado!!!

O tabaco, substância presente no cigarro, e o consumo de bebidas alcoólicas sempre foram apontados como um dos principais fatores para desenvolvimento de câncer na região da garganta. Pois agora cientistas afirmam que o sexo oral ocupa o topo da lista entre os comportamentos de risco.
Pesquisa realizada pela Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, descobriu que o vírus HPV atualmente é a principal causa da doença em pessoas com menos de 50 anos. O papiloma vírus humano pode provocar lesões de pele ou em mucosas. Existem mais de 200 variações com menores e maiores graus de perigo. Um deles é o causador de verrugas e de câncer do colo do útero, consideradas lesões pré-cancerosas.
Homens com mais de 50 anos costumavam ser as principais vítimas do câncer de garganta. Principalmente aqueles com histórico de fumo e consumo de bebida alcoólica. Mas o problema tem crescido em faixas etárias mais baixas, e dobrou nos últimos 20 anos nos Estados Unidos em homens com menos de 50 anos devido ao vírus.
Outros países como Inglaterra e Suécia também identificaram aumento da doença devido ao HPV. Na Suécia, apenas 25% dos casos tinham relação com o vírus na década de 1970 e, agora, o índice chega a 90%, de acordo com uma das pesquisadoras, a professora Maura Gillison.
Segundo ela, alguém infectado com o tipo de vírus associado ao câncer de garganta tem 14 vezes mais chances de desenvolver a doença. "O fator de risco aumenta de acordo com o número de parceiros sexuais e especialmente com aqueles com quem se praticou sexo oral", afirmou a pesquisadora.
Os resultados do levantamento vão ao encontro de outros já feitos sobre o mesmo tema, como o realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Realizado no ano passado, o estudo apontou que pessoas que tiveram mais do que seis parceiros com quem praticaram sexo oral tinham nove vezes mais chances de desenvolver câncer de garganta. Nos que já haviam tido algum tipo de infecção provocada pelo HPV, o risco subia para 32 vezes.
Os médicos que realizaram o levantamento sugeriram que homens também sejam vacinados contra o vírus, como é recomendado para as mulheres. Em países como Inglaterra, meninas de 12 e 13 anos recebem a vacina contra HPV e, segundo dados, previne até 90% dos casos de infecções.
No Brasil, há dois tipos de vacinas disponíveis, contra os tipos mais comuns de câncer do colo do útero, mas o governo alerta que não há evidência suficiente da eficácia da vacina, o que só poderá ser observado depois de décadas de acompanhamento. O governo também recomenda a prática de sexo seguro como a melhor maneira de se prevenir.

Sorrisos falsos podem levar á exaustão emocional

Você sorrir para manter alguém feliz? Segundo o pesquisador Brent Scott, da Universidade de Michigan (EUA) "Sorrir por sorrir pode levar a exaustão emocional", além de influenciar negativamente nas emoções positivas.
Brent Scott e Christopher Barnes compararam o "comportamento superficial"- ou seja, os sorrisos e emoções falsas - com a ação verdadeiramente sincera, devido a situações verdadeiramente agradáveis. O estudo comparou também as diferenças do "comportamento superficial" entre os gêneros.
A conclusão dos pesquisadores foi que o ato de mascarar emoções, e dar sorrisos falsos, influencia negativamente na organização do sujeito no seu ambiente, como no caso dos empregados que sorriem para agradar o chefe ou supervisor. "As pessoas que trabalham atendendo clientes e que dão sorrisos falsos ao longo do dia pioram seu humor e seu estado de espírito e faltam mais ao trabalho, afetando a produtividade", é o que diz Scott.
A pesquisa também diz que o efeito da falsidade e mais devastador nas mulheres, "As mulheres foram mais prejudicadas pela atuação superficial, ou seja, seu humor piorou ainda mais do que o humor dos homens e elas faltaram mais ao trabalho," contou Scott.
Embora o estudo não tenha investigado as razões dessas diferenças entre homens e mulheres, os pesquisadores afirmam que estudos anteriores sugerem que pesa sobre as mulheres uma expectativa de maior intensidade emocional - e que essa intensidade se faça de emoções positivas.
Assim, forçar um sorriso enquanto sente uma emoção negativa cria um conflito com esta norma cultural, o que pode levar as mulheres a intensificarem as emoções negativas que já estavam presentes. Ao cultivar emoções positivas, as mulheres atenderiam a essa norma social, com um efeito duplamente benéfico sobre o seu bem-estar.
Mas os cientistas alertam que o cultivo das emoções positivas não pode se fundamentar em outras falsidades - como férias que você nunca tira ou amores que você nunca viveu.