terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Perfil psicológico de alguns personagens de desenhos animados

Será que procede??
Mas que é engraçado, isso é!

BATMAN: Um jovem milionario sem nenhum poder, playboy, empresário e filantropo que optou por combater o crime em Gotham City. Devido ao seu trauma de infância, o Batman não tem o costume de se envolver emocionalmente com ninguém. Criou um uniforme baseado numa coisa que o amedrontava quando criança: Morcegos (ui). Nunca foi visto com uma mulher na cama nos quadrinhos, muito menos nos filmes e animes. Usa uma cueca por cima de uma calça justa presa por um cinto fashion de utilidades, tendo o look completado por botas dos ultimos lançamentos da moda - inverno de Paris. Tem um parceiro afetivo de sexualidade duvidosa chamado Robin.
Diagnóstico: Homossexual, Psicótico maníaco depressivo, com múltiplas personalidades e tendências sado masoquistas.

POPEYE: Um marinheiro caolho, que mantém uma luta ardua pelo amor de uma mulher que, além de ser magra e feia, põe um par de chifres com seu melhor amigo e inimigo de Popeye Brutus. Ainda por cima, sempre que ele está com problemas recorre ao uso de uma erva milagrosa (Cannabis Espinafris) que muitas vezes é consumidos pelo seu sempre presente cachimbo. A sua amada surge as vezes com um garotinho de paternidade duvidosas.
Diagnóstico: Clássico corno e maníaco-depressivo viciado em dorgas.

FRED FLINTSTONE: Um cara que não consegue chegar em casa sem gritar com sua esposa, possui um apetite que lhe permite comer coisas que pesam mais do que toda sua família, e constantemente abusa de seu "melhor amigo" só porque ele é um anão gay e loiro. Perdedor por natureza, apoia um líder que abusa dele como se não houvesse leis trabalhistas em uma sociedade secreta homossexual de bufalos.
Diagnóstico: Sociopata, egocêntrico, com um elevado nível de insegurança e potencial para agressões e burradas.
HULK: Doutor em medicina, química e sabe Deus o quê mais, quando nervoso se torna incontrolável e quebra tudo. É o unico personagen afetado por produtos quimicos que ficou verde, se a ideia do pessoal da MARVEL era criar um personagem emitindo radiotividade, o resultado passou longe, o vestuário incentiva o consumismo, pois a cada vez que ele se transforma, as peças de roupa se rasgam e logo depois ele aparece com uma nova roupa advinda de sua fantastica fabrica secreta.
Diagnóstico: Personalidade bipolar, viciado em drogas, psicótico agressivo e esquizofrênico.

SALSICHA (Amigo do Scooby-Doo): Um tipico covarde afeminado, ele passa o dia todo com seu companheiro de zoofilia de estimação Scooby, um cão psicotico que assim como ele, não para de comer e não engorda uma grama. Adora comer biscoitos feitos para cães. Além disso, o seu cão fala.
Diagnóstico: Homossexual, Emo, bulímico/anoréxico (ou ambos) e louco.

SUPERMAN: Outro que se veste com calças justas e voa com uma capa, também tem uma mania de trocar de roupa em cabines de telefone público em plena luz do dia. Depende de reações químicas da kryptonita verde que tira seus poderes mas que pode ser neutralizada com outro mineral, a kriptonita vermelha. Desde a sua juventude ele foge de uma bela mulher que o persegue. Já ia esquecendo que tambem usa cuecas por cima da calça justa. Escolheu o "S" como logo, devido a pronuncia em sua lingua mater, que significa algo que ele gosta muito (ass).
Diagnóstico: Homossexual exibicionista, dependente de drogas, colunista da G magazine de um jornal!

PERNALONGA: Coelho bastante inteligente, que vê como única saída de seus problemas a violência. Também ja se vestiu como uma mulher varias vezes e já beijou outros personagens do mesmo sexo. Ele gosta de brincar com sua cenoura - que pode ser interpretado como um símbolo fálico - e gosta de velhinhos, considerando todo mundo um velhinho.
Diagnóstico: Psicopata, bissexual e necrofilo.


Top 10 - Doenças psicológicas bizarras

1. SÍNDROME DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Doença que provoca distorções na percepção visual da vítima, fazendo com que alguns objetos próximos pareçam desproporcionalmente minúsculos. O distúrbio foi descrito pela primeira vez em 1955, pelo psiquiatra inglês John Todd, que o batizou em homenagem ao livro de Lewis Carroll. Na obra, a protagonista Alice enxerga coisas desproporcionais, como se estivesse numa “viagem” provocada por LSD. As vítimas da síndrome também vêem distorções no próprio corpo, acreditando que parte dele está mudando de forma ou de tamanho.
2. PICA
Esse nome também estranho não tem nada de pornográfico: pica é uma palavra latina derivada de pêga, um tipo de pombo que come qualquer coisa. E a pica a síndrome, é claro… faz exatamente isso: a pessoa sente um apetite compulsivo por coisas não comestíveis, como barro, pedras, tocos de cigarros, tinta, cabelo… O problema atinge mais grávidas e crianças. Após comerem muita porcaria involuntariamente, os glutões ficam com pedras calcificadas no estômago.Em 2004, médicos franceses atenderam um senhor de 62 anos que devorava moedas. Apesar dos esforços, ele morreu. Com cerca de 600 dólares no estômago…
3. MALDIÇÃO DE ONDINA
O nome bizarro é uma referência a Ondina, ninfa das águas na mitologia pagã européia. A doença, mais estranha ainda, faz com que as vítimas percam o controle da respiração. Se não ficar atento, o sujeito simplesmente esquece de respirar e acaba sufocado! A síndrome foi descoberta há 30 anos e já existem cerca de 400 casos no mundo. Pesquisadores do hospital Enfants Malades, de Paris, acreditam que a doença esteja relacionada com um gene chamado THOX2B. O sistema nervoso central se descuida da respiração durante o sono e o doente precisa dormir com um ventilador no rosto para não ficar sem ar!
4. SÍNDROME DE CAPGRAS
A Síndrome de Capgras (ou Delírio de Capgras) é um raro distúrbio no qual uma pessoa sofre de uma crença ilusória de que um conhecido, normalmente um cônjuge ou outro membro familiar próximo, foi substituído por um impostor idêntico. A síndrome de Capgras é classificada numa categoria de crenças ilusórias envolvendo erros de identificação a respeito de pessoas, lugares ou objetos. Pode ocorrer de forma aguda, passageira ou grave. A ilusão é mais comum em pacientes com diagnóstico de esquizofrenia, embora possa ocorrer em variadas condições, como dano cerebral e demência. Embora seja comumente chamada de síndrome por poder ocorrer com ou paralelamente a várias outras desordens e doenças, alguns pesquisadores argumentam que deveria ser considerada mais um sintoma de algo do que uma síndrome.
5. PARAMNÉSIA REDUPLICATIVA
A paramnésia reduplicativa é a crença de que um local foi duplicado, existindo simultaneamente em dois ou mais lugares, ou que foi movido para algum outro lugar. Por exemplo, uma pessoa pode não acreditar que está no hospital no qual foi internada, mas sim em um outro hospital, idêntico ao primeiro, mas localizado em outro lugar do país.
6. SÍNDROME DA EXPLOSÃO DA CABEÇA
Quem sofre da Síndrome da Explosão na Cabeça leva sustos avassaladores com ruídos que ninguém mais ouve. A Síndrome da Explosão na Cabeça geralmente é causada por estresse ou fadiga.  A pessoa, sem mais nem menos, passa a ouvir explosões que só ela escuta porque as explosões em questão só acontecem dentro da cabeça delas. Não existe dor no processo, mas que dá medo, dá.  Principalmente porque as crises têm a tendência a começar depois da segunda ou terceira hora de sono. Imagina você acordar com a explosão de uma bomba que estourou só na sua cabeça?
7. SÍNDROME DE COTARD
Quem sofre dessa doença tem o hábito de achar que é um morto-vivo. As pessoas que sofrem da síndrome do cadáver ambulante tem a peculiaridade de acharem que estão mortas. Eles também têm o hábito de achar que estão apodrecendo, acham que todo mau cheiro do mundo vem deles e que partes de seu corpo – internas ou externas – se perderam. Tirando isso, são gente boa. Claro: nas ocasiões em que eles admitem que existem, porque, na maioria das vezes, eles pensam que não existem não. É conhecida como Síndrome de Cotard por causa de Jules Cotard, o neurologista francês esta é uma síndrome que é resultante de dano cerebral ou de distúrbio mental.
8. SÍNDROME DA MÃO ALIENÍGENA
Por causa do filme de Stanley Kubrick, estrelado por Petter Sellers, esta síndrome também é conhecida como Síndrome do Doutor Strangelove. Parece brincadeira, mas a pessoa que sofre dessa desordem neurológica pode, do nada, começar um quebra pau contra uma de suas mãos. A coisa chega em um nível tão inacreditável que a tal mão alienígena pode, inclusive, tentar estrangular o seu dono. Ela pode ser causada por um derrame, por aneurisma ou trauma. Seus sintomas podem ser combatidos,mas o distúrbio, em si, não tem cura.
9. COPROLALIA
Coprolalia é a tendência involuntária de proferir palavras obscenas ou fazer comentários geralmente considerados socialmente depreciativos e, portanto, inadequados. Coprolalia pode fazer referência a excremento, genitais ou atos sexuais. É uma característica rara de pessoas afetadas pela síndrome de Tourette e pela síndrome de Lesch-Nyhan.Coprolalia comporta todas as palavras e frases que são consideradas tabus sociais ou que são tidas como inaceitáveis fora de certos contextos, expressada fora de contexto social e emocional. A cadência, o tom e o nível da voz podem ser mais diferentes do que ocorre normalmente na pessoa afetada por essa condição.
10. SÍNDROME DA REDUÇÃO GENITAL
Também conhecido como koro, esse distúrbio mental deixa a pessoa convencida de que seus genitais estão desaparecendo. A maioria dos casos até hoje foi relatada em países da Ásia ou da África, e em muitos deles a síndrome parece ter sido contagiosa! Um dos episódios mais estranhos ocorreu em Cingapura, em 1967, quando o serviço de saúde local registrou centenas de casos de homens que acreditavam que seu pênis estava sumindo. Um único caso da síndrome da redução genital foi registrado até hoje no Brasil, no Instituto de Psiquiatria da USP. Convencido de que seu pênis estava sumindo, o doente tentou se matar com duas facadas no abdômen!

O Experimento da Prisão de Stanford

Philip Zimbardo queria descobrir porque as prisões são lugares tão violentos. Seria pela natureza violenta dos prisioneiros ou pelo efeito corrosivo da estrutura de poder característica do lugar?

Para descobrir, Zimbardo criou uma prisão falsa no porão do departamento de psicologia da Universidade de Stanford. Aos voluntários, todos com ficha criminal limpa e resultados normais em exames psicológicos, foram designados aleatoriamente os papeis de prisioneiro ou de guardas. Seu intuito era de não interferir por duas semanas e observar como eles interagiriam.

O que aconteceu em seguida virou lenda.

As condições sociais na prisão de mentira deterioraram-se com uma velocidade incrível. Na primeira noite os prisioneiros encenaram uma revolta e os guardas, se sentimento ameaçados pela insubordinação, reagiram com dureza. Inventaram formas de impor a disciplina usando métodos como revistas aleatórias durante as quais os prisioneiros eram deixados nus, minimizar os privilégios do banheiro, abuso verbal, privação de sono e de comida.

Sob essa pressão os prisioneiros começaram a ruir. O primeiro desistiu apenas trinta e seis horas depois, gritando que se sentia “como se estivesse queimando por dentro”. Dentro dos seis dias que se seguiram outros quatro prisioneiros desistiram, um dos quais sofria de erupções na pele por todo o corpo causadas pelo estresse. Ficou claro para todos eles que os novos papeis estavam rapidamente se tornando mais que apenas um jogo.

Até mesmo Zimbardo se sentiu seduzido pela psicologia corrosiva da situação. O médico começou a ter delírios paranóicos de que os prisioneiros estariam planejando uma fuga e chegou a contatar a polícia real. Felizmente, a essa altura o pesquisador percebeu que as coisas haviam ido longe demais. Apenas seis dias haviam se passado e os estudantes felizes e saudáveis haviam se tornado prisioneiros deprimidos e guardas sádicos.

Zimbardo convocou uma reunião no dia seguinte e disse que todos podiam ir pra casa. Os prisioneiros restantes se sentiram aliviados, mas os guardas ficaram nervosos, estavam se acostumando e gostando do novo papel.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A chave para o bom relacionamento está em como um dos parceiros se recupera dos conflitos

Uma nova pesquisa sugere que um indicador-chave para um relacionamento romântico completo e estável é um(a) parceiro(a) que se recupera bem dos conflitos.
Os cientistas da Universidade de Minnesota descobriram que se seu par romântico se recupera bem depois de vocês dois terem se desentendido, você pode se beneficiar também deste comportamento.
A pesquisa analisou a forma como as pessoas se recuperam ou se deixam abater após um conflito com seu par romântico, afirmou Jessica Salvatore, doutoranda e pesquisadora-chefe do estudo, que está programado para sair na revista Psychological Science e foi lançada on-line.
Salvatore e seus colegas pesquisadores exploraram uma área nova. No passado, as pesquisas sobre casamentos haviam se focado em como as pessoas resolviam os conflitos, mas eles nunca haviam prestado atenção ao que acontece após o conflito terminar e como as pessoas se recuperam deles, afirmou ela.
"O que nós mostramos é que a boa recuperação de um conflito prediz uma maior satisfação e uma percepção mais favorável da relação. Você percebe o relacionamento mais positivamente." disse Salvatore.
O mais interessante neste achado é que você não precisa ser aquele que se recupera bem para ser beneficiado.
"Se eu sou boa em me recuperar de um conflito, então meu marido irá se beneficiar e estar mais satisfeito com nosso relacionamento, " afirmou Salvatore.
O estudo foi composto de 73 jovens adultos que tem sido estudados desde o nascimento, e seus pares românticos.
"Várias décadas de pesquisas sobre casamentos mostram que o que acontece durante um conflito é importante. O que nós mostramos é que o que acontece no período que sucede o conflito também importa," complementou ela.
Um(a) parceiro(a) que se recupera bem não deixa que vestígios do conflito vazem ou derramem em outras partes do relacionamento, disse Salvatore. Ele ou ela é capaz de separar o conflito de outros tipos de interação, como decidir sobre suas atitudes de pai/mãe ou de dar apoio um ao outro.
Os achados do estudo são relevantes para todos em um relacionamento, afirmou Salvatore.
"Eu penso que isto vai ser especialmente importante para terapeutas de casais e outras pessoas que estão trabalhando com casais que estão experienciando algumas  dificuldades no relacionamento", disse Salvatore
Os resultados do estudo mostram, ainda, que a segurança passada na convivência infantil também desempenha seu papel na forma como alguém se recupera de um conflito.
Segundo Salvatore, "ter um cuidador que está mais em sintonia e é mais sensível às suas necessidades emocionais enquanto infante prediz uma melhor recuperação de conflitos 20 anos mais tarde."
Isto significa que, se seu cuidador for melhor ao regular as suas emoções negativas enquanto bebê, você tende a fazer um trabalho melhor em regular suas própria emoções negativas nos momentos seguintes aos conflitos enquanto adulto.
Mas nem tudo está perdido se você tiver desenvolvido pouca segurança durante a infância.
"Nós também mostramos que mesmo pessoas que não desenvolveram segurança suficiente durante a infância, mas cujo par romântico adulto se recupera bem dos conflitos, estão propensos a permanecerem juntos. O que isto mostra é que bons parceiros na fase adulta podem ajudar a compensar as dificuldades vividas no início da vida ", concluiu Salvatore.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Jovens tem primeiro contato com o álcool na presença de familiares, segundo pesquisa brasileira

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas (CRATOD), da Secretária da saúde de São Paulo, dos jovens viciados em álcool 40% começaram a beber antes dos 11 anos de idade, e a maioria obteve contato com a bebida dentro de casa ou na presença de familiares.
Segundo a psiquiatra Marta Ezierski, diretora do CRATOD de São Paulo, os dados são impressionantes. "Uma coisa é falar de alcoolismo na população em geral. Outra é falar com base em uma população triada, já dependente. O número é muito alto", diz Marta.
Para os pesquisadores o que mais chamou atenção na pesquisa que são resultado de duas análises: uma de 684 pacientes adultos e outra de 138 adolescentes que procuraram o CRATOD nos últimos dois anos, é o fato de os jovens experimentarem a bebida na presença de familiares em que 39% dos casos o pai bebia abusivamente; 19% a mãe, e em 11% padrasto. Os dados apontam ainda que metade relatou o uso de maconha.
O psiquiatra Carlos Augusto Galvão, do Hospital Beneficência Portuguesa, conta que o alcoolismo tem dois fatores principais: o cultural e o genético - sabe-se que o alcoolismo tem um componente hereditário, mas os genes envolvidos ainda não foram descritos.
Para ele, o fato de os alcoolistas em tratamento terem começado a beber dentro de casa e ainda crianças pode ser explicado pela questão da imitação. "A criança imita aquilo que o adulto faz. E o jovem continua bebendo para se achar gente grande."
Para a maioria dos especialistas o único modo de afastar crianças do álcool é criando campanhas que conscientizem especificamente essa faixa etária e oferecendo serviços especializados de tratamento. Mas afirma Galvão "Não adianta entrar de sola na profilaxia se não houver como marcar uma consulta com um médico psiquiatra na rede pública, por exemplo."

Testosterona afeta o sentimento de empatia, é o que diz pesquisa

O excesso de Testosterona afeta negativamente a capacidade de uma pessoa "ler a mente" (reconhecer as emoções e sentimentos do outro), afetando também a empatia, e o que diz pesquisadores das Universidades de Utrecht e Cambridge.
O estudo foi coordenado pelo Professor Jack Van Honk e Professor Simon Baron-Cohen, e foi realizado em Utrecht. Nele os investigadores administraram testosterona sob a língua dos voluntários e pediram para reconhecer através de fotografias de expressões faciais ao redor dos olhos, o que as pessoas fotografadas estavam sentindo ou pensando.
Utilizaram no teste 16 mulheres jovens de uma população geral, devido os baixos níveis de testosterona nas fêmeas, maximizando assim a possibilidade de verificar a redução nos níveis de empatia.
Os pesquisadores concluíram que a administração do andrógeno (hormônio masculino) levou a uma redução significativa na "leitura da mente". Baron-Cohen disse: "Este estudo contribui para o nosso conhecimento de como as pequenas diferenças hormonais podem ter efeitos de longo alcance sobre a empatia."
O novo estudo tem várias implicações importantes: em primeiro lugar, que os atuais níveis de testosterona afetam diretamente a capacidade de reconhecer sentimentos de alguém, e isso pode ajudar a explicar porque em média as mulheres têm melhor desempenho em testes deste tipo do que os homens, desde que os homens, em média, produzam mais testosterona que as mulheres.
Em segundo lugar, que as pessoas com autismo têm dificuldades em "ler a mente", e que o autismo afeta machos com mais freqüência do que as fêmeas, o estudo fornece mais apoio para a teoria do andrógeno do autismo.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O pasarinho que cresceu

O passarinho sai da casca do ovo e sua mãe lhe dá comidinha, mas ele não se satisfaz. Pia, pia e a mãe lhe dá mais. Mais uma vez reclama, e mantém o bico aberto ininterruptamente. A mãe atende e lhe oferece comida. Mais e mais, mas o passarinho nunca está satisfeito.
Quem já não viu esta imagem num programa de televisão?
Só que o passarinho cresce e vira adulto, e as vezes se esquece de que não é mais bebezinho, quando suas vontades eram satisfeitas pela mãe. E vira um adulto insatisfeito. Procura, procura e não consegue satisfazer-se. Vai pra cá, pra lá e nada. De bico aberto, só pensa em como fazer para preencher seu vazio. Por mais que ele faça, nada pode tomar o lugar daquele vazio. Vive em constante desamparo.
É um adulto que ainda quer comidinha na boca. Até que lhe dão comida, mas não na boca, e não que lhe satisfaçam.
Por conta disso, o passarinho que virou adulto perdeu a visão, e não enxerga a si mesmo.
Coitadinho do passarinho.

Jovem britânica morre minutos após beijar rapaz pela primeira vez

Meu Deus...beijo da morte? rs


Uma jovem universitária britânica morreu minutos após ser beijada por um rapaz pela primeira vez, segundo informações ouvidas durante um inquérito na cidade de Aberdare, no País de Gales.
A jogadora de hóquei e nadadora Jemma Benjamin, de 18 anos, estava na casa do colega de universidade Daniel Ross, de 21, quando ela desmaiou no sofá e morreu na frente dele, em abril de 2009.

Durante o inquérito, foi dito que a jovem sofreu de síndrome da Morte Súbita Cardíaca (MSC).

No entanto, a estudante não tinha nenhum histórico de problemas do coração. A autópsia também não conseguiu determinar a causa exata da falência cardíaca.

Em uma a cada 20 ocorrências de Morte Súbita Cardíaca não é possível identificar o problema.

Desmaio

Ross, que conhecia a estudante há 3 meses, tentou salvá-la antes da chegada dos paramédicos. Ele disse à polícia que eram amigos e que aquela era a primeira vez em que haviam se beijado.

"Não era um relacionamento sexual, mas nos encontrávamos algumas vezes por semana", disse o jovem.

Segundo Daniel Ross, ele e Jemma estavam a caminho de um bar para comer quando tiveram que voltar para sua casa, porque ele havia esquecido o cartão de crédito.

"Nós estávamos conversando e acabamos nos beijando no corredor perto da porta da frente. Fomos para a cozinha e depois para a sala, e Jemma se sentou no sofá", contou.

Ele disse ainda que as pálpebras de Jemma "começaram a cair subitamente" e sua boca espumou antes que ela desmaiasse.

"Eu liguei para a mãe dela para perguntar se ela tinha epilepsia. Ela voltava a si e desmaiava outra fez." Em seguida, o rapaz ligou para um número de emergência local e recebeu instruções de como tentar reanimar Jemma Benjamin antes da chegada do socorro, mas não conseguiu.

A investigação concluiu que o atraso da ambulância que atendeu Jemma não teve responsabilidade por sua morte, e que nada poderia ter sido feito para salvá-la.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Mary e Max

Já assisti a este filme várias vezes, é maravilhoso e tocante!
Veja a crítica:

Mary & Max (Mary and Max, 2009), animação longa-metragem de stop-motion escrita e dirigida por Adam Elliot, é uma exploração de improbabilidades. O filme tem em sua premissa uma chance ínfima e acaba ele mesmo um em um milhão: uma produção com personagens de massinha que resulta absolutamente tocante.
Depressivo no tom e no visual (seria mais sensato chamá-lo de desenho "desanimado", já que muito pouco efetivamente acontece na tela), o filme acompanha dois personagens solitários, cujas vidas se cruzam pelo maior dos acasos: uma página aleatória aberta em uma lista telefônica. Motivada por uma dúvida infantil, a australiana Mary Daisy Dinkle, 8 anos, decide escrever ao nova-iorquino Max Jerry Horowitz, 44 anos. Junto à carta, alguns desenhos, uma barra de chocolate e a dúvida: "de onde vêm os bebês nos Estados Unidos". A correspondência inocente muda a vida de ambos para sempre, iniciando uma história que transcorre por mais de uma década.
A direção de arte é inspiradora. Elliot, dono de um Oscar de curta animado (Harvie Krumpet, 2003), opta por protagonistas caricatos e quase malfeitos de tão simples. Os cenários são muito mais ricos - a Austrália e seus tons terrosos contrastando com a cinzenta Nova York. É tudo proposital. Enquanto uma Pixar capricha em seus personagens principais por dentro e por fora, o animador se arrisca em recheá-los de dor e dúvida, sem uma superfície fofinha e cativante.
Com o palco montado, inicia-se uma longa e verborrágica discussão filosófica sobre religião, vida em sociedade, sexo, amor, confiança e, principalmente, a importância e o significado da amizade. As cartas também refletem a caótica estrutura racional de remetente e destinatário, sempre com um monotonia instigante. Ideias brilhantes ("se ao menos houvesse uma equação matemática para o amor") surgem e são abandonadas em função de outra melhor, mais inocente ou simplesmente irrelevante.
Apesar de tratar de um tema quase extinto, os "pen pals", amigos de correspondência, algo bastante comum poucas décadas atrás, Mary & Max encontra reflexo curioso na modernidade de redes sociais e programas de mensagens instantâneas. Memórias de amigos virtuais não se apagam mais queimando-se as cartas... mas nos blocks e deletes de perfil.
Toni Collette (Pequena Miss Sunshine) dubla Mary e Philip Seymour Hoffman (Capote) empresta uma irreconhecível voz a Max. O personagem, aliás, é do tipo que o ator oscarizado aprecia. Mas falar mais sobre ele arruinaria algumas surpresas. Fique com a certeza que os personagens podem ser de massinha, mas o suor e as lágrimas que eles vertem são assustadoramente reais e perturbadores.

Jovens alcoólatras começam a beber antes dos 11 anos

O manobrista Johnny, de 22 anos, tomou o primeiro gole de vinho aos 11 anos, com o irmão mais velho. Aos 7 anos, a doméstica Madalena, de 50, bebeu um copo de pinga em casa, pensando que era água. Hoje, os dois engrossam as estatísticas do Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod): 40% dos adolescentes e 16% dos adultos que procuram tratamento para se livrar da dependência experimentaram bebida alcoólica antes dos 11 anos.

Os dados sobre o primeiro contato com a bebida impressionaram a psiquiatra Marta Ezierski, diretora do Cratod, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. "Uma coisa é falar de alcoolismo na população em geral. Outra é falar com base em uma população triada, já dependente. O número é muito alto." As informações são resultado de duas análises: uma de 684 pacientes adultos e outra de 138 adolescentes que procuraram o centro nos últimos dois anos.

O ponto que mais chamou a atenção foi o fato de os jovens terem começado a beber ainda crianças, geralmente em casa ou na presença de familiares. Segundo o levantamento, em 39% dos casos o pai bebia abusivamente; em 19%, a mãe; e em 11%, o padrasto. O relatório aponta ainda que, após o contato com álcool e tabaco, metade relatou ter experimentado maconha. "Eram crianças que tinham o consentimento da família para beber, porque o pai ou a mãe bebiam. Eles começaram a ingerir bebidas sem culpa e não se deram conta de que estavam se viciando. Um paciente chegou a dizer que havia nascido dentro do álcool", diz a diretora do Cratod.

Segundo Marta, o levantamento também demonstrou que, em geral, os adultos procuram ajuda quando já se envolveram com outras drogas, estão deprimidos, tentaram suicídio ou porque estão com alguma doença ou sequela decorrente do consumo abusivo. Já os adolescentes, diz a médica, normalmente vão ao Cratod por causa de conflitos em casa ou na sociedade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Marido chama polícia contra mulher viciada em sexo

E tem gente que acha que o sujeito assim pode ser feliz...rs

O cara teve quer ir dormir no sofá para conseguir descansar!
Na última quarta-feira (26), ele foi até uma delegacia no sudoeste da Alemanha, região onde ele mora, para buscar ajuda.
O cara está dormindo no sofá de casa há quatro anos, para tentar escapar da sede infinita de sua mulher - que é viciada em sexo.
Ela não o deixa dormir direito, querendo mais e mais, todos os dias. E olha que o casal já tem dois filhos.
A polícia local, segundo o jornal britânico Metro, disse que o cara já estava desesperado.
- Ele pediu ajuda policial para tentar conseguir dormir à noite. Agora, ele decidiu se divorciar e sair de casa, esperando finalmente descansar, já que ele está ansioso para chegar no trabalho bem descansado. Neste momento, isso é impossível, porque ele diz que sua mulher vive pedindo que ele cumpra seus deveres maritais.

Homem mais azarado da Terra é hospitalizado, de novo

Homem mais azarado da Terra é hospitalizado, de novo

Ele já foi roubado por um homem armado, esfaqueado no peito e mordido por duas cobras
Conheça um homem da Flórida (EUA) que tem 47 anos - tempo de sobra para acontecer muita coisa ruim na vida de alguém.
Recentemente, John Wade Agan acordou no hospital cercado de paramédicos. A última coisa de que ele se lembrava era de estar falando no telefone, durante uma tempestade.
Seria um caso até que comum, se não fosse o mesmo homem que já ocupou as manchetes dos jornais em várias outras oportunidades.
Há quatro anos, ele foi roubado por um homem armado em seu táxi e foi preso no porta-malas.
Depois, em 2008, ele foi esfaqueado no peito com uma faca de açougueiro.
Em 2009, ele diz que foi mordido por duas cobras. Ao mesmo tempo.
Segundo o jornal Metro, alguns especialistas acham que John pode estar mentido - seja por atenção ou até mesmo para receber anestésicos no hospital.
Mas a filha dele, Misty, defende que o pai realmente passou por todas essas experiências e dá sua palavra como testemunha.
Ao jornal St. Petersburg Times, John disse que está disposto a provar que fala a verdade.
- Não me importa o que as pessoas digam. Qualquer dia da semana, eu vou e passo por um detector de mentiras.

Marido cria plano absurdo para se livrar da mulher

Ele estava de saco tão cheio que resolveu criar um plano: quando ela foi visitar a família dela no Paquistão, o cara incluiu o nome da mulher na lista de suspeitos de terrorismo.
Quando a mulher tentou voltar para casa, não conseguiu embarcar no avião.
Sem saber o que estava acontecendo, ela ligou para o marido. O malandrão disse que ia fazer o que pudesse, mas acabou enrolando - e conseguiu deixar a mulher em outro país por três anos.
Uma fonte no departamento de imigração comentou o que aconteceu ao tabloide Mirror.
- Muitas pessoas podem não gostar de seus parceiros, mas fazer isso é ir longe demais. É desnecessário dizer que ela estava confusa quando chegou ao aeroporto, considerando que ela nunca se meteu em nada que tivesse a ver com terrorismo ou crimes. Ela obviamente ligou para seu marido que, sendo do departamento de imigração, poderia descobrir o que estava acontecendo. Só que ela não sabia que ele é que a havia colocado nessa lista.
O desfecho dessa história?
Quando o marido tentou conseguir uma promoção no trabalho, seus superiores descobriram que a mulher dele estava na lista de suspeitos e pediram uma explicação. Aí não teve jeito, ele teve que confessar tudo. E acabou no olho da rua.

Torcedores morrem mais de problema cardíaco quando seus times perdem

Coitadinha de mim que sou corinthiana...rs

Assistir à derrota do próprio time, ainda mais se for a final de um campeonato, deixa qualquer torcedor nervoso e triste. No entanto, uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostrou que esse estresse emocional é capaz de causar problemas mais graves do que uma simples irritação. Os resultados confirmaram que esses torcedores podem, literalmente, morrer do coração.
Feito pela Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, o estudo foi publicado nesta segunda-feira (31) na revista científica Clinical Cardiology.
Para realizar a pesquisa, os cientistas avaliaram duas partidas de futebol americano do time de Los Angeles e cruzaram as informações com as mortes relacionadas a doenças cardíacas. Na primeira partida, em 1980, a equipe perdeu a grande final do Super Bowl, um dos maiores eventos esportivos do mundo. Já em 1984, o time venceu a finalíssima.
De acordo com o autor do estudo, Robert Kloner, do Instituto do Coração da universidade, os resultados mostraram que a derrota de 1980 aumentou o número de mortes cardíacas tanto em homens como em mulheres, afetando principalmente os idosos. Segundo o estudo, a taxa de mortalidade por problemas circulatórios após esse jogo aumentou 15% entre os homens, 27% entre as mulheres e 22% entre os mais velhos.
Por outro lado, Kloner revela que a vitória de 1984 ajudou a reduzir o número total de mortes por problemas cardíacos, principalmente dos mais velhos e das mulheres.
- Médicos e torcedores precisam estar cientes de que o estresse causado pelos jogos provoca uma resposta emocional que pode dar origem a um problema cardíaco. Para evitar isso, programas de redução de estresse e alguns medicamentos podem ser usados em certos casos.

Arte com gelatina

Arte com gelatina. Esse é o mais recente projeto da fotógrafa americana Liz Hickok. A habilidade de Liz pode ser notada na construção de centros urbanos ricos em detalhes, com direito a prédios, ruas, árvores e até uma ponte iluminada. Depois de prontas, todas as peças são cuidadosamente organizadas. Cada uma em seu devido lugar. O trabalho recebe também uma iluminação especial, ideal para o registro de imagens fotográficas. Vale lembrar que o profissional que fizer as tais fotos precisa ser rápido, porque esse tipo de trabalho costuma se desfazer com muita facilidade.
  Divulgação

Redes sociais podem levar ao sexo mais rapidamente, aponta pesquisa

É melhor prevenir do que remediar, então...

Um estudo realizado pelas revistas norte-americanas “Shape” e “Men’s Fitness” mostrou que redes sociais e SMS podem agilizar o processo da conquista e, consequentemente, o sexo. 80% das mulheres entrevistadas disseram terem tido relações sexuais mais rapidamente do que de costume porque a rede social ajudou a “manter o contato” com o parceiro. O número cai para 58% entre os homens.
“Atualmente existem diversas maneiras para se manter contato. Há cinco anos, os casais tinham que esperar até o próximo encontro, mas agora podem flertar entre um encontro e outro usando mensagens de texto, Skype, Messenger, Facebook”, disse Marissa Stephenson, editora da revista Shape à rede americana “ABC”.
A pesquisa também mostrou que 47% dos entrevistados alegam ter uma vida sexual satisfatória. Em entrevista à rede americana “ABC”, a psicóloga norte-americana Dr. Dorree Lynn disse que mídias sociais criam uma relação de falsa intimidade com o parceiro: “É muito mais fácil ir para a cama com alguém do que desenvolver um relacionamento duradouro. As redes sociais criam uma sensação de intimidade que não é genuína”, afirma.
O estudo também revelou um dado curioso: 76% das mulheres dizem que olhariam o e-mail do parceiro se pudessem. O número entre os homens ficou em 69%.